Bobby Drake passou décadas sendo o palhaço dos X-Men, sempre com uma piada na ponta da língua, sempre o mais descontraído da equipe. Era uma máscara. Por trás dela, um dos mutantes mais poderosos já catalogados, classificado como Classe Ômega, capaz de reduzir sua temperatura ao zero absoluto, transformar o corpo inteiro em gelo puro e se reconstituir mesmo após ser completamente destruído.
O problema nunca foi o poder, foi a autoestima. Bobby sempre se conteve, sempre se subestimou. Foi Emma Frost quem, ao assumir temporariamente seu corpo, demonstrou o que ele seria capaz se parasse de brincar. Em 2015, sua versão jovem foi revelada como gay, forçando o Bobby adulto a encarar décadas de negação. A revelação transformou o alívio cômico em um dos personagens mais humanos e complexos dos X-Men.
1963 Estreia como o membro mais jovem dos X-Men originais. Desde o início, usa humor para mascarar insegurança.
1975 Integra os Defensores ao lado do Surfista Prateado, Hulk e Doutor Estranho. Expande sua atuação para além dos X-Men.
1986 Participa da formação do X-Factor com os X-Men originais reunidos, reencontrando Jean Grey ressuscitada.
1993 Emma Frost assume temporariamente o controle de seu corpo e demonstra o verdadeiro potencial Ômega de Bobby — poder que ele mesmo nunca ousou usar.
2015 Sua versão jovem é revelada como gay. O Bobby adulto confronta décadas de identidade reprimida em um dos momentos mais marcantes da era moderna dos X-Men.
2017 Recebe sua primeira série solo, explorando sua identidade, poder e vida fora dos X-Men com profundidade inédita.
2019 Integra a nação mutante de Krakoa. Passa a explorar ativamente seu potencial Ômega, tornando-se uma das figuras centrais da nova era mutante.